CURIOSIDADES

HIGIENE SEGURA

Colhidas manualmente no Mar Mediterrêaneo

Você pode estar se perguntando; além do fator das matérias-primas utilizadas, quais são as principais diferenças entre as esponjas naturais e as sintéticas, porque eu deveria dar preferência para as que vêm do mar? 

Bom, vamos lá: elas duram muito mais do que uma esponja sintética, cuidadas de forma adequada podem chegar a vários anos de uso. Composta naturalmente por canais que permitem a total absorção e escoamento da água, elas retém muito mais líquido que as esponjas convencionais. Além disso, possuem enzimas naturais que inibem o crescimento de mofo, bolor e bactérias, ocorrências muito comuns nas esponjas sintéticas. Sua textura é única, sem comparação, podendo ser utilizada nas peles mais sensíveis, desde bebês até idosos. Com características hipoalergênicas, não causa irritação em nenhum tipo de pele. Utilizada em conjunto com sabonetes naturais, não existe melhor tratamento a ser proporcionado à sua pele.

 

Origem

Porifera, filo - Acredita-se que os primeiros animais que surgiram na face da Terra tenham sido os poríferos. Várias são as hipóteses sobre a origem desses animais. Todas as esponjas são fixas na fase adulta e coloniais, vivendo em meio aquático (água doce ou salgada), geralmente da linha da maré baixa até profundidades que atingem os 5500 metros. Crescem sempre aderidas a substratos imersos, como madeira, conchas, rochas, etc. Muitas apresentam um aspecto quase vegetal (tendo sido consideradas plantas durante muitos séculos), embora possam ser brilhantemente coloridas. A sua natureza animal apenas foi reconhecida em 1765, mas a sua posição sistemática permaneceu incerta até 1857. A simplicidade da estrutura das esponjas é tal que, se forem trituradas e passadas por uma peneira, de modo a separar as suas células, estas poderão individualmente formar uma nova esponja, em tudo semelhante a original. As células do corpo das esponjas apresentam mesmo um certo grau de independência, sem coordenação por células nervosas. Não apresentam, portanto, tecidos verdadeiros, nem sistemas de órgãos. 

 

Cultivo e Extração

Praticado com sucesso há mais de um século, o cultivo de esponjas em regime aberto – ou maricultura - nas zonas costeiras do Oeste mediterrânico para utilização como esponjas de banho naturais. A técnica consiste em transplantar pequenos segmentos da esponja para zonas delimitadas e protegidas, fixá-las em cordas, mechas ou solo que permitam a sua fixação ao substrato e crescimento. A coleta pode ser feita cortando pequenos pedaços de tecido em zonas cujo dano seja mínimo e permitam a sua total regeneração ou então a excisão total seguida de transplantação de novos indivíduos. Esta técnica tem como vantagem a mimetização do ambiente natural da esponja, permitindo uma adaptação mais fácil e rápida, sem interferir drasticamente no metabolismo e possíveis relações simbióticas do organismo. Os parâmetros a ter em conta são a natureza do substrato, profundidade, temperatura e luminosidade. Segundo biólogos especialistas "Em condições ideais, um indivíduo completo pode se reconstituir a partir de conjuntos celulares mínimos", caracterizando-se por ser um dos seres vivos com a maior capacidade regenerativa que existe. É de interesse dos produtores a manutenção do ecossistema onde vivem, pois, isso lhes garante sua subsistência a muitos séculos.

(Brümmer e Nickel 2003; Alcolado, Grovas-Hernández et al. 2004; Duckworth, Wolff et al. 2007; Taylor, Radax et al. 2007)

 

Cuidados

Para garantir a durabilidade de sua esponja natural marinha, alguns cuidados devem ser levados em consideração. Depois de cada uso, a esponja deve ser sempre limpa sob água corrente, pressionando-a delicadamente. A água utilizada nunca pode ser muito quente (não exceder a temperatura de 50°C), essa limpeza serve para prevenir que resíduos de sabonete ou outros produtos utilizados no banho fiquem impregnados na esponja, fazendo com que ela fique fraca e possa se romper. Após o enxague, deixe-a secar naturalmente, se possível em área ventilada. 

 

 

NOTA:

Algumas vezes, o processo de purificação pelo qual a esponja é submetida, não consegue retirar todos os resíduos marinhos, devido à densa textura e espessura de cada esponja. As pequenas impurezas (pequenos pontos pretos, resquícios de composições marinhas como galhos,pedras ou conchas), assim como um leve cheiro de mar são uma indicação da origem natural do produto. Não há contraindicações, tendo em vista que a esponja é purificada.

 

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